terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
AGRADECENDO AO SENHOR!
Trinta e três dias se passaram e ainda parece que foi ontem. Porém os questionamentos se multiplicam de forma tão intensa que pergunto eu: Como pode um pai de tamanha grandeza poder torturar um pai e uma mãe de poder tão insignificante se comparado ao seu, pelo simples fato de não ter tido a FÉ que o Senhor desejaria que ela tivesse, ou melhor, como pode permitir a humanidade ser tão diferente de suas propostas de vida? Como permitiu que as igrejas fossem tão capitalistas e que seus seguidores se percam pelo poder do dinheiro fazendo de sua Igreja um império? Se fosse essa a sua proposta não teria mandado seu filho nascer de uma Maria tão pobre. Poderia ter nascido filho de uma imperatriz e com todos os seus poderes quem iria desafiá-lo? Poderia até mesmo voar se quisesse. Porque permitiu que a humanidade tomasse um rumo tão distante de suas propostas. Me sinto honrado, acariciado, confortado e feliz por ter tido a graça de sentir a sua presença e ver que o Senhor acolheu minha filha Laís, mas ao mesmo tempo fico indignado com o sofrimento daqueles que não alcançaram a graça da sua misericórdia. Piedade Senhor. Piedade ninguém merece perder uma filha! A sua dor ao ver seu filho crucificado mesmo sabendo o seu destino foi muita. Agora imagina se não soubesse. Hoje sei que a minha filha está ao seu lado e que estou confortado porque ela se foi para me converter e podermos viver eternamente ao seu lado.
Ao mesmo tempo em que agradeço a cada minuto a sua misericórdia por mim peço que tenha misericórdia Senhor por todos os pais que perderam seus filhos seja pelo motivo que for ninguém merece essa dor. O que levou a humanidade a te desafiar eu não sei, mas o preço da dor eu sei. Mesmo assim depois de tudo que me fez ver e sentir posso lhe afirmar que te amo muito, apesar de todas as dúvidas e de todos questionamentos a minha FÉ se reforça a cada dia na certeza de que seu
plano é perfeito e que seremos felizes ao seu lado. Obrigado Senhor por ter olhado por mim.
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